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terça-feira, 27 de março de 2012
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
O Ferreiro
Havia um ferreiro que, após uma vida de excessos, resolveu consagrar sua vida a Deus. Durante muitos anos trabalhou com afinco, praticou a caridade, mas, apesar de toda sua dedicação nada parecia dar certo na sua vida. Muito pelo contrário. Seus problemas e dívidas acumulavam-se cada vez mais.
Uma bela tarde, um amigo que o visitara, e que se compadecia de sua situação difícil, comentou:
- É realmente estranho que, justamente depois que você resolveu se tornar um homem temente a Deus, sua vida começou a piorar. Eu não desejo enfraquecer sua fé, mas apesar de toda sua crença no mundo espiritual, nada tem melhorado.
O ferreiro não respondeu imediatamente. Ele já havia pensado nisso muitas vezes, sem entender o que acontecia em sua vida. Entretanto, como não queria deixar o amigo sem resposta, encontrou uma explicação.
Eis que o ferreiro disse:
- Eu recebo nesta oficina o aço ainda não trabalhado e preciso transformá-lo em espadas. Você sabe como isto é feito? Primeiro eu aqueço a chapa de aço num calor absurdo, até que fique vermelha. Em seguida, sem qualquer piedade, eu pego o martelo mais pesado e aplico golpes até que a peça adquira a forma desejada. Logo, ela é mergulhada num balde de água fria e a oficina inteira se enche com o barulho do vapor. Tenho que repetir esse processo até conseguir a espada perfeita; Uma vez apenas não é suficiente.
O ferreiro deu uma longa pausa, pensou e continuou.
- As vezes, o aço que chega até minhas mãos não consegue aguentar esse tratamento. O calor, as marteladas e a água fria terminam por enchê-lo de rachaduras. E eu sei que jamais se transformará numa boa lâmina de espada. Então, eu simplesmente o coloco num monte de ferro-velho que você viu na entrada de minha ferraria.
Mais uma pausa e o ferreiro concluiu:
- Sei que Deus está me colocando no fogo das aflições. Tenho aceito as marteladas que a vida me dá, e às vezes sinto-me tão frio e insensível como a água que faz sofrer o aço. Mas a única coisa que peço é: Meu Deus, não desista, até que consiga tomar a forma que o Senhor espera de mim. Tente da maneira que achar melhor, pelo tempo que quiser, mas jamais me coloque no monte de ferro-velho das almas.
Reflexão:
Deus quer fazer de você uma pessoa melhor...
Não se preocupe com as marteladas da vida, ou as provas de fogo a que é submetido.
Ele está trabalhando seu caráter.
Ainda bem, que Ele nunca vai desistir de nós!
- É realmente estranho que, justamente depois que você resolveu se tornar um homem temente a Deus, sua vida começou a piorar. Eu não desejo enfraquecer sua fé, mas apesar de toda sua crença no mundo espiritual, nada tem melhorado.
O ferreiro não respondeu imediatamente. Ele já havia pensado nisso muitas vezes, sem entender o que acontecia em sua vida. Entretanto, como não queria deixar o amigo sem resposta, encontrou uma explicação.
Eis que o ferreiro disse:
- Eu recebo nesta oficina o aço ainda não trabalhado e preciso transformá-lo em espadas. Você sabe como isto é feito? Primeiro eu aqueço a chapa de aço num calor absurdo, até que fique vermelha. Em seguida, sem qualquer piedade, eu pego o martelo mais pesado e aplico golpes até que a peça adquira a forma desejada. Logo, ela é mergulhada num balde de água fria e a oficina inteira se enche com o barulho do vapor. Tenho que repetir esse processo até conseguir a espada perfeita; Uma vez apenas não é suficiente.
O ferreiro deu uma longa pausa, pensou e continuou.
- As vezes, o aço que chega até minhas mãos não consegue aguentar esse tratamento. O calor, as marteladas e a água fria terminam por enchê-lo de rachaduras. E eu sei que jamais se transformará numa boa lâmina de espada. Então, eu simplesmente o coloco num monte de ferro-velho que você viu na entrada de minha ferraria.
Mais uma pausa e o ferreiro concluiu:
- Sei que Deus está me colocando no fogo das aflições. Tenho aceito as marteladas que a vida me dá, e às vezes sinto-me tão frio e insensível como a água que faz sofrer o aço. Mas a única coisa que peço é: Meu Deus, não desista, até que consiga tomar a forma que o Senhor espera de mim. Tente da maneira que achar melhor, pelo tempo que quiser, mas jamais me coloque no monte de ferro-velho das almas.
Reflexão:
Deus quer fazer de você uma pessoa melhor...
Não se preocupe com as marteladas da vida, ou as provas de fogo a que é submetido.
Ele está trabalhando seu caráter.
Ainda bem, que Ele nunca vai desistir de nós!
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Reflexão: Obras de Misericórdia
Texto: Cfd. Aluizio da Mata
Jesus pediu a Santa Faustina que propagasse a Festa da Divina Misericórdia e que tal festa deveria ser realizada no primeiro domingo depois da Páscoa.
Para quem não sabe ou não se lembra, Jesus prometeu que quem se confessasse e comungasse naquela celebração não se perderia, pois Ele iria distribuir uma imensidão de graças e na hora da morte a pessoa encontraria NELE o refúgio necessário para tão terrível momento.
E Jesus completou: “É a minha última tábua de salvação dada à humanidade”.
Sei que Ozanam se inspirou nos ensinamentos de Jesus, para fundar a Sociedade de São Vicente de Paulo.
E Jesus foi quem melhor praticou as Obras de Misericórdia. Melhor modelo Ozanam não poderia ter.
Se nos lembrarmos das Obras de Misericórdia, tanto as Corporais quanto as Espirituais veremos que elas devem fazer parte do cotidiano do vicentino. Que vicentino não é chamado para praticar as Obras Corporais: “Dar de comer a quem tem fome; Dar de beber a quem tem sede; Vestir os nus; Dar pousada aos peregrinos; assistir aos enfermos; visitar os presos; enterrar os mortos”?
E também praticar as Obras Espirituais: “Dar bons conselhos; Ensinar os ignorantes; corrigir os que erram; Consolar os tristes; Perdoar as injúrias; Sofrer com paciência as fraquezas do nosso próximo; Rogar a Deus pelos vivos e defuntos”?
Cada confrade e cada consócia deveriam na reunião semanal da sua Conferência fazer um exame de consciência para ver se durante a oitava praticaram todas as obras de Misericórdia.
Se dermos uma parada agora e meditar sobre as sete Obras de Caridade Corporais e as Sete Obras de Caridade Espirituais, poderemos dizer que as estamos praticando?
É interessante notar que Deus dá a todas as pessoas a oportunidade de praticá-las quando coloca em nosso caminho a nossa família, nossos amigos, nossos conhecidos, e aos vicentinos, em especial, Ele ainda dá os assistidos para que possamos praticar tais virtudes. Cabe um exame de consciência sério. Se conseguirmos praticar algumas dessas Obras, estaremos no caminho certo, mas se praticarmos todas elas estaremos no caminho da santidade.
E é isso que Deus quer de cada um de nós.
Fonte: www.maikol.com.br
Jesus pediu a Santa Faustina que propagasse a Festa da Divina Misericórdia e que tal festa deveria ser realizada no primeiro domingo depois da Páscoa.
Para quem não sabe ou não se lembra, Jesus prometeu que quem se confessasse e comungasse naquela celebração não se perderia, pois Ele iria distribuir uma imensidão de graças e na hora da morte a pessoa encontraria NELE o refúgio necessário para tão terrível momento.
E Jesus completou: “É a minha última tábua de salvação dada à humanidade”.
Sei que Ozanam se inspirou nos ensinamentos de Jesus, para fundar a Sociedade de São Vicente de Paulo.
E Jesus foi quem melhor praticou as Obras de Misericórdia. Melhor modelo Ozanam não poderia ter.
Se nos lembrarmos das Obras de Misericórdia, tanto as Corporais quanto as Espirituais veremos que elas devem fazer parte do cotidiano do vicentino. Que vicentino não é chamado para praticar as Obras Corporais: “Dar de comer a quem tem fome; Dar de beber a quem tem sede; Vestir os nus; Dar pousada aos peregrinos; assistir aos enfermos; visitar os presos; enterrar os mortos”?
E também praticar as Obras Espirituais: “Dar bons conselhos; Ensinar os ignorantes; corrigir os que erram; Consolar os tristes; Perdoar as injúrias; Sofrer com paciência as fraquezas do nosso próximo; Rogar a Deus pelos vivos e defuntos”?
Cada confrade e cada consócia deveriam na reunião semanal da sua Conferência fazer um exame de consciência para ver se durante a oitava praticaram todas as obras de Misericórdia.
Se dermos uma parada agora e meditar sobre as sete Obras de Caridade Corporais e as Sete Obras de Caridade Espirituais, poderemos dizer que as estamos praticando?
É interessante notar que Deus dá a todas as pessoas a oportunidade de praticá-las quando coloca em nosso caminho a nossa família, nossos amigos, nossos conhecidos, e aos vicentinos, em especial, Ele ainda dá os assistidos para que possamos praticar tais virtudes. Cabe um exame de consciência sério. Se conseguirmos praticar algumas dessas Obras, estaremos no caminho certo, mas se praticarmos todas elas estaremos no caminho da santidade.
E é isso que Deus quer de cada um de nós.
Fonte: www.maikol.com.br
sexta-feira, 2 de abril de 2010
Reflexão: Imanência na Ótica da Ressurreição
A festa da Páscoa é o centro da vida cristã, um evento milagroso que aponta para uma realidade de significado mais amplo, percebido somente por quem faz a experiência de fé e amor. É a festa da vida, vida do Cristo ressuscitado e de todos os cristãos.
Em que consiste a espiritualidade, a mística da Páscoa? O nome Páscoa surgiu a partir da palavra hebraica “pessach” que significa passagem. Para os hebreus, o fim da escravidão do Império Egípcio, marcada pela passagem dos filhos de Israel pelo Mar Vermelho, rumo à terra prometida! Para nós é a passagem de Jesus Cristo da morte para a vida: a Ressurreição. A passagem de Deus entre nós e a nossa passagem para Deus. É a festa das festas, a solenidade das solenidades, marcada pela alegria, com promessas de vida nova, de partilha familiar. Eis aí a mística da Páscoa: em nossa imanência, acolhendo a vida nova de Jesus que se plenifica em nossa Transcendência.
Como seres de enraizamento, mergulhamos na totalidade do Transcendente, ainda que enraizados aqui, em nossa imanência. Porque é provisória, traz consigo angústias na busca de respostas urgentes para elucidar o desconhecido e entender teorias e mitos sobre a morte. O próprio Jesus se angustiou diante da proximidade de morte: “Minha alma está agora conturbada. Que direi? Pai, salva-me desta hora?” (Jo 12,27). A festa da ressurreição celebra o triunfo da vida contra todas as forças que se opõe a ela, projeta uma luz esclarecedora sobre essas realidades fundamentais.
A certeza de que a vida não termina com a morte, são os referenciais necessários para permitir uma caminhada segura pelas estradas desse mundo e fundamentar que não luta em vão aquele que foi criado para o Transcendente. O túmulo aberto e vazio indicando que o corpo de Jesus não mais se encontrava ali é o sinal da vitória: Ele está vivo, presente no meio de nós! Um sinal não é simplesmente um evento milagroso, mas algo que aponta para uma realidade de significado mais amplo. É como os sinais de trânsito, que servem para orientar, de sorte que ninguém erre o caminho ou sofra um acidente. Assim torna-se possível descobrir atrás dos fatos presentes em nossa imanência, a presença de um Deus vivo, que não quer a morte do ser humano, mas a vida em plenitude, cujo projeto de salvação se estende sobre a história humana até sua plena realização no Transcendente e que só podem ser percebidos por quem faz a experiência de fé e amor.
Essa dimensão de abertura ao Transcendente rompe barreiras que vão além de todos os limites do ser humano, pois só ele é capaz de projetar-se para fora, por que tem dentro de si o Infinito, que proporciona um senso de otimismo, que o faz viver, mesmo constatando à sua volta que a morte é a grande senhora de tudo o que é criado, pois tudo é mortal.
Quando escolhemos a vida, renovamos a Esperança. É no Senhor que repousa nossa confiança e toda a nossa esperança, pois “onde não há esperança não tem lugar para Deus” (Bento XVI). Fora disso, cultivamos uma cultura de morte, continuando na sepultura, presos pela pedra que fecha a entrada do sepulcro.
A Páscoa é a ocasião privilegiada para a renovação do compromisso com a vida, da esperança que supera os medos presentes em nossa imanência e converge para o Transcendente que Jesus com sua ressurreição nos mostra já agora, o que herdaremos depois. Então, nesta Páscoa ecoe forte entre nós e dentro de nós: a vida venceu a morte.
Padre Vilmar Moretti, Paróquia Nossa Senhora da Salete, Diocese de Criciúma
Fonte: www.diocesecriciuma.com.br
segunda-feira, 15 de março de 2010
Nunca desista
Conta-se que um fazendeiro possuía alguns cavalos para ajudar no trabalho de sua pequena fazenda.
Um dia, o capataz lhe trouxe a notícia que um de seus cavalos havia caído num velho poço abandonado.
Informou ao patrão que o buraco era muito fundo e seria difícil tirar o animal de lá.
O fazendeiro foi até o local, avaliou a situação e certificou-se que o cavalo estava ferido, mas ainda vivo. Mas, pela dificuldade e o alto custo para retirá-lo do fundo do poço, decidiu que não valeria a pena investir no resgate.
Chamou o capataz e ordenou que sacrificasse o animal, soterrando-o ali mesmo. O capataz chamou alguns empregados e orientou-os para que jogassem terra sobre o cavalo até que o encobrissem totalmente, e o poço não oferecesse mais perigo aos outros animais.
Os empregados ficaram com pena do animal, mas seguiram a ordem recebida. No entanto, um fato estranho ocorria.
Na medida que a terra caia sobre o animal, o cavalo se sacudia, derrubava a terra de seu dorso e ia pisando sobre ela.
Logo os homens perceberam que o animal não se deixava soterrar, mas, ao contrário, estava subindo à medida que a terra caía, até que finalmente conseguiu sair....
Fonte: Paulo Cesar Felizardo da Silva
Um dia, o capataz lhe trouxe a notícia que um de seus cavalos havia caído num velho poço abandonado.
Informou ao patrão que o buraco era muito fundo e seria difícil tirar o animal de lá.
O fazendeiro foi até o local, avaliou a situação e certificou-se que o cavalo estava ferido, mas ainda vivo. Mas, pela dificuldade e o alto custo para retirá-lo do fundo do poço, decidiu que não valeria a pena investir no resgate.
Chamou o capataz e ordenou que sacrificasse o animal, soterrando-o ali mesmo. O capataz chamou alguns empregados e orientou-os para que jogassem terra sobre o cavalo até que o encobrissem totalmente, e o poço não oferecesse mais perigo aos outros animais.
Os empregados ficaram com pena do animal, mas seguiram a ordem recebida. No entanto, um fato estranho ocorria.
Na medida que a terra caia sobre o animal, o cavalo se sacudia, derrubava a terra de seu dorso e ia pisando sobre ela.
Logo os homens perceberam que o animal não se deixava soterrar, mas, ao contrário, estava subindo à medida que a terra caía, até que finalmente conseguiu sair....
Reflexão
Muitas vezes nós nos sentimos como se estivéssemos no fundo do poço e, de quebra, ainda temos a impressão de que estão tentando nos soterrar para sempre.
É como se o mundo jogasse sobre nós a terra da incompreensão, da falta de oportunidade, da desvalorização, do desprezo, da indiferença...
Nesses momentos difíceis é importante lembrar a lição da história do cavalo e fazer a nossa parte para sair das dificuldades.
Afinal, se chegamos ao fundo do poço, só nos restam duas opções:
Ou nos servimos dele como ponto de apoio para o impulso que nos levará ao topo, ou nos deixamos ficar ali até que a morte nos encontre.
É importante que, se estamos nos sentindo soterrar, sacudamos a terra e a aproveitamos para subir.
Fonte: Paulo Cesar Felizardo da Silva
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Reflexão: Caridade
O que significa caridade? Será simplesmente ajudar os pobres com esmola ou alimentos?
Caridade é amar o próximo e dele ter complacência. Melhor ainda: caridade é amar a Deus Criador e ao próximo como criatura de Deus, feito à sua imagem e semelhança.
Caridade é colocar-se ao lado do ancião para ouvi-lo e ajudá-lo a sair da solidão; é aceitar o outro com suas limitações e qualidades; é saber perdoar as injúrias e ofensas de que se foi alvo; é tornar-se amável para com os familiares, colegas e amigos; é ser generoso e disponível para servir.
Caridade é um gesto nobre que eleva nosso espírito e nos aproxima de Deus.
Cristo, Tu que soubeste, como ninguém, praticar a caridade, perdoando até mesmo os que Te maltrataram, faze com que eu me disponha, cada dia mais, a me colocar a serviço do irmão. Amém.
Autor: Roque Gelatti
Fonte: http://gelatti.wordpress.com
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
A Missa e a Moça
Para os fiéis que saíram daquela missa de Páscoa, às 11h30 da noite, o triste espetáculo da moça que, no dia da ressurreição do Cristo - saído glorioso do sepulcro - se expunha nua numa esquina à procura de fregueses, chocou.
Tinham acabado de receber a carne do Cristo Glorioso, do seu corpo e do seu sangue. Vinham de celebrar a vitória do Cristo sobre a carne, sobre a morte e, de repente, lá estava uma filha de Deus, por quem Jesus também certamente morreu, desnuda no frio da noite à espera de fregueses e talvez na esperança de que alguém que saía da missa lhe desse algum dinheiro em troca de sexo.
Uma senhora que viu falou de sem-vergonhice, a outra a chamou de pobrezinha, um dos senhores, de mais idade lamentou a atitude da moça e disse que oraria por ela. Os outros olharam e nada falaram.
Três ou quatro quadras adiante havia, no mínimo, quinze outras moças tentando ganhar dinheiro com a sua nudez e com sexo em plena noite de Libertação. Por aí, sabemos que Jesus morreu por nós, mas ainda falta muito para que aconteça o Reino de Deus que Ele veio instaurar.
Enquanto ainda existirem esses tristes espetáculos de pessoas que se vendem por um dinheiro a mais, até mesmo na noite da sua vitória sobre a morte, fica o aviso de que a Páscoa aconteceu na vida de alguns, mas não na de todos. Muitos ainda nem sabem que Jesus passou por esse mundo. Se sabem, não entenderam.
Oremos para entendermos essas coisas.
Autor: Padre Zezinho
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
A importância da Fé
Aprendemos no catecismo: “A fé é uma virtude teologal”. Ela é o caminho da felicidade e da salvação porque nos remete a Deus. A fé é algo sobrenatural, fazendo-nos acreditar nas verdades reveladas por Cristo e ter certeza das coisas que os olhos não vêem.
A fé nos diz que, pelo batismo, o Espírito Santo passa a morar no coração da criança; que, após uma confissão bem feita, nossos pecados são perdoados; que as espécies de pão e vinho, na santa missa, se transformam no corpo e no sangue do Senhor Jesus; que ao ler a Bíblia Sagrada, estamos lendo a palavra de Deus, palavra que Deus escreveu para nós.
Porém, a fé não significa somente confiança. É um ato de adesão a Deus. Leva à ação, tornando cada um partícipe da construção do Reino de Deus.
Há pobres precisando de nossa ajuda e ricos precisando do nosso testemunho. Sejamos Igreja e acreditemos nela, porque foi fundada por Cristo, única pessoa que morreu e ressuscitou. “Eis a razão maior da nossa fé”.
Autor: Roque Gelatti - http://gelatti.wordpress.com
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
O Nó do Afeto
Fonte: Paulo César Felizardo
Em uma reunião de pais numa escola da periferia, a diretora ressaltava o apoio que os pais devem dar aos filhos; pedia-lhes também que se fizessem presentes o máximo possível...
Ela entendia que embora a maioria dos pais e mães daquela comunidade trabalhassem fora, deveriam achar um tempinho para se dedicar e entender as crianças.
Mas a diretora ficou muito surpresa quando um pai se levantou e explicou, com seu jeito humilde, que ele não tinha tempo de falar com o filho, nem vê-lo, durante a semana, porque quando ele saía para trabalhar era muito cedo e o filho ainda estava dormindo... Quando voltava do serviço já era muito tarde e o garoto não estava mais acordado.
Explicou ainda, que tinha de trabalhar assim para prover o sustento da família, mas também contou que isso o deixava angustiado por não ter tempo para o filho e que tentava se redimir indo beijá-lo todas as noites quando chegava em casa.
E , para que o filho soubesse da sua presença, ele dava um nó na ponta do lençol que o cobria. Isso acontecia religiosamente, todas as noites quando ia beijá-lo.
Quando o filho acordava e via o nó, sabia através dele, que o pai tinha estado ali e o havia beijado. O nó era o meio de comunicação entre eles.
A diretora se emocionou com aquela história e ficou surpresa quando constatou que o filho desse pai era um dos melhores alunos da escola.
(Autor Desconhecido)
Reflexão
O fato nos faz refletir sobre muitas maneiras das pessoas se fazerem presentes, de se comunicarem com os outros. Aquele pai encontrou a sua, que era simples mas eficiente. E o mais importante é que o filho percebia, através do nó afetivo, o que o pai estava lhe dizendo.
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
Vença seus obstáculos
Fonte: Paulo César Felizardo
Nesse instante apareceu um ancião e disse:
- Eu sei como ele conseguiu.
Todos perguntaram:
- Como?
O ancião respondeu:
- Não havia ninguém ao seu redor para lhe dizer que não poderia fazer!
De repente, o gelo se quebrou e uma das crianças caiu na água. A outra criança vendo que seu amiguinho se afogava debaixo do gelo, pegou uma pedra e começou a golpear com todas as suas forças, conseguindo quebrá-lo e salvar seu amigo.
Quando os bombeiros chegaram e viram o que havia acontecido, perguntaram ao menino:
- Como você fez isso? É impossível que você tenha quebrado o gelo com essa pedra e suas mãos tão pequenas!
Nesse instante apareceu um ancião e disse:
- Eu sei como ele conseguiu.
Todos perguntaram:
- Como?
O ancião respondeu:
- Não havia ninguém ao seu redor para lhe dizer que não poderia fazer!
(autor desconhecido)
Reflexão
“Muitas vezes não conseguimos realizar os nossos objetivos e metas, ou até mesmo as nossas vontades próprias, porque nos deixamos levar por opiniões, ou popularmente falando, por palpites errados. Por isso, é fundamental mantermos sempre a nossa a verdadeira opinião, ou seja, aquela que a nossa consciência nos diz”.
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